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QUAIS OS PAÍSES POSSUEM MAIS STARTUPS NO MUNDO?

O Brasil é um país que atrai a atenção dos empreendedores estrangeiros. O país é atualmente considerado “o país das Startups”, servindo de plataforma para muitos jovens empreendedores que trocam as crises dos EUA e Europa pelo dinamismo do mercado nacional.

Países como Estados Unidos, Alemanha, França e Holanda são alguns dos berços dos business men que procuram as terras tupiniquins para hospedar e investir suas carreiras na área tecnológica. Na maior parte dos casos, eles apostam em projetos de comércio eletrônico, um mercado que se aproxima dos R$ 20 bilhões em faturamento no País e cresce a uma média de 40% ao ano. Mas há espaço também para atividades ligadas à internet móvel e a redes sociais. Apenas para citar alguns exemplos, estamos falando de empresas novatas – algumas já bem-sucedidas –, como o site de compras coletivas Peixe Urbano e a loja online de moda Dafiti, criadas por empreendedores estrangeiros no Brasil.

Hoje em dia, o capital para se iniciar uma startup é bem mais acessível do que há dez anos atrás, quando as startups não estavam em ascensão, e, algo impensável em outros tempos, os estrangeiros são responsáveis por boa parte dos empreendimentos lançados no mercado nacional. Os ventos para pequenas empresas, ágeis, informativas e conectadas como as startups, nunca foram tão favoráveis no país, como demonstram dados do Centro de Estudos em Private Equity e Venture Capital da FGV-EAESP. Segundo pesquisas da instituição, o investimento estrangeiro em empresas brasileiras cresce velozmente. Em 2009, os ativos sob gestão no País chegaram a US$ 36 bilhões. Em 2004, eram apenas US$ 6 bilhões. Já o montante destinado às companhias iniciantes chegou a US$ 2,5 bilhões em 2009.

Há especialistas que apostam nos países emergentes como polos para as startups nos próximos anos. Segundo Stephen Spinelli, ex-diretor da Babson College (atualmente melhor escola de empreendedorismo dos Estados Unidos) e presidente da Universidade da Filadélfia, os países das BRICS (bloco econômico formado por Brasil, Rússia, Índia e China), têm mais oportunidades de negócio que os países ricos, pois há inúmeras oportunidades.

“O comportamento do consumidor, a abundância de recursos, a expectativa de crescimento, a história econômica da última década, todos esses indicadores apontam para um cenário robusto. Mas isso não significa que economias maiores não tenham oportunidades, é que elas são diferentes. Há mais espaço para startups nos BRICs, e um potencial de microempresas tornarem-se gigantes. E apesar de poder haver mais oportunidades, há mais risco político, econômico e social”, conta o especialista, em entrevista à revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios.




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